sexta-feira, setembro 30, 2011

REGIONAIS 2011: Quem Queremos para Governar a Madeira?

Está nas mãos dos madeirenses!
Foram estes que lutaram pela Madeira?
Foram estes que lutaram para que todos vivessem melhor?
Foram estes que sempre estiveram com os madeirenses?
Foram estes que sempre defenderam a Madeira e os Madeirenses?
Foram estes que lutaram por mais autonomia?
Foram estes que defenderam financeiramente a Madeira?
São estes que oferecem maior credibilidade?
São estes que oferecem maior confiança?
São estes que acreditamos para liderar a Madeira?


terça-feira, setembro 27, 2011

As três falhas capitais do PS Madeira

O PS Madeira passou do segundo maior partido da Madeira a um pequeno partido, os últimos anos escrevem as páginas mais negras da sua história e prospectiva-se, já nas eleições regionais, um mau resultado, que se resume em três falhas capitais:

1)      Ausência de Liderança
O PS Madeira é um partido órfão, não tem liderança e esconde-se por detrás, de um suposto legítimo candidato do partido a Presidente do Governo Regional da Madeira, Maximiano Martins;
A opção de Jacinto Serrão ao assumir, uma vez mais o partido, mesmo após uma derrota vergonhosa em 2007, foi o seu maior erro político. Serrão é líder à condição, e aguarda por aqueles que têm jogos em atraso, que assim que cumprirem os mesmos, ultrapassarão este nos destinos do partido. O PS Madeira cumpre calendário mas não congrega consensos em torno de um projecto, o que se reflecte na inércia desta campanha eleitoral.
Não há qualquer dúvida, que logo após as eleições regionais do próximo dia 9 de Outubro, o PS Madeira irá despoletar o processo de eleição de um novo líder, que prospectivando os resultados e o momento actual do partido, existem duas soluções. A primeira é a de Maximiano Martins, isto se tiver um bom resultado, o que é uma possibilidade muito remota. A segunda é Vítor Freitas que espreita o fracasso eleitoral, é resposta ao ciclo Gouveia/Serrão, e que, após anos de aspiração e de trilhar um percurso de pousio, finalmente terá ao seu alcance os destinos do PS Madeira.

2)      Maximiano Martins
Maximiano Martins é um péssimo candidato para o PS e, ao mesmo tempo, desastroso candidato para a Madeira. Para além da falta de carisma, da dificuldade em comunicar e de ser um homem frio e distante das pessoas, para a população é rosto da mais recente atrocidade política à Madeira, a Lei das Finanças Regionais de 2006. 
Que legitimidade tem um candidato a Presidente do Governo Regional, em especial na presente conjuntura, que com a sua conivência e o seu voto ajudou a arquitectar a Lei das Finanças Regionais mais injusta e prejudicial para a Madeira?
Os madeirenses nunca perdoarão um comportamento político que relegou o seu eleitorado e a sua região, para abraçar a desastrosa “armada” de Sócrates.

3)      Discurso Gasto
O PS não tem soluções alternativas para a Madeira. O PS M é um partido que deteriorou o discurso e a sua estratégia ao longo dos anos.
As contradições e a instabilidade partidária despoletaram dúvidas quando à sua capacidade de governar ou até mesmo de defender a população da Madeira. Por seu lado, ficou refém de um núcleo duro que foi fazendo a “dança das cadeiras” e que pouco debruçou-se sobre as causas socialistas e da população da Região. Perdeu ideologia, estratégia, visão e perdeu o mais basilar, o pulsar da população.

quarta-feira, setembro 21, 2011

REGIONAIS 2011: CDS Responsável da Irresponsabilidade


O CDS/PP na Madeira habituou-nos, fruto do descrédito dos outros partidos da oposição e de outras situações que para aqui não importa referir, de assumir o papel de árbitro no cenário político Regional. Essa postura do partido popular cristão, de querer aparecer todos os dias e de criar factos, como o bom samaritano, não fica lá muito bem.
Na verdade, muito se houve o CDS dizer que é preciso responsabilidade, clareza, transparência mas a sua forma de fazer política é toda menos essa, isto se tivermos em conta a sua principal bandeira eleitoral que é a construção de um novo hospital na Madeira. Esta promessa ou reivindicação eleitoral suscita algumas dúvidas:
Afinal deve ou não haver mais betão na Madeira?
O novo hospital será ou não mais um dos seus "elefantes brancos"?
Perante a situação económica internacional, nacional e regional é responsável construir um novo hospital?
Quem vai pagar o novo hospital?
Que capital de influência e de acordos financeiros tem o CDS para viabilizar o novo hospital?
Um partido que se diz candidato a assumir o Governo Regional da Madeira tem o dever se esclarecer sobre as suas promessas e reivindicações!
Estas são algumas questões que importa ao CDS esclarecer, porque se não esclarece segue o lema do que o povo mais critica na política, Promessas e mais promessas para ganhar votos.
É bom captar votos, mas falar a verdade e apresentar projectos exequíveis à população deveria fazer parte da deontologia de alguns partidos políticos. 

REGIONAIS 2011: Politicamente Correctos

Portugal é o País do politicamente correcto, as principais figuras do Estado, agradecidas e submissos aos media e outros interesses que os colocaram no poder, seguem a linha editorial dos mesmos, de forma a não ser abalada a sua popularidade. Esquecem que depois do dia 9 de Outubro, o alvo serão eles e as suas políticas que, obviamente, terão as suas repercussões mediáticas.

segunda-feira, setembro 19, 2011

REGIONAIS 2011: LFR Lembrar MAXIMIANO O SALVADOR


OS MADEIRENSES NÃO PODEM ESQUECER! ONDE ESTAVA MAXIMIANO E DE QUE LADO ESTAVA O CDS/PP QUE ACREDITA NOS MADEIRENSES?

A Lei das Finanças Regionais foi hoje aprovada na generalidade com os votos favoráveis do PS e a abstenção do CDS-PP, merecendo a rejeição de PSD, PCP, BE e PEV.

Os três deputados socialistas eleitos pela Madeira - Maximiano Martins, Maria Júlia Caré e Ricardo Freitas - votaram favoravelmente a lei e anunciaram que irão apresentar uma declaração de voto.


O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, garantiu hoje que o Executivo "não dará cobertura à pura resistência" ao cumprimento da nova Lei das Finanças Regionais, insistindo que o esforço de consolidação orçamental tem de ser "partilhado por todos"."O esforço que a consolidação orçamental tem sido e deve ser pedido a todos e tem de ser partilhado por todos: pelos diversos níveis da administração pública e, portanto, também pelas regiões autónomas", afirmou o ministro das Finanças, na abertura da discussão em plenário da nova Lei das Finanças Regionais.Antecipando as críticas da oposição, que tem alegado que a nova Lei das Finanças para as Regiões Autónomas contém normas inconstitucionais, Teixeira dos Santos deixou também a garantia de que o diploma está "em absoluto respeito pela autonomia regional"."Governo não ignorou a questão da autonomia regional""O Governo não ignorou a questão da autonomia regional, antes pelo contrário, irá reforçá-la com a proposta de lei aqui em debate", considerou o governante.Em tom de aviso, Teixeira dos Santos disse que o Governo "não dará cobertura à pura resistência ao cumprimento da lei" e não deixará de aplicar "todas as sanções previstas para o incumprimento dos deveres de respeito pela saúde financeira do Estado"."Se os limites de endividamento forem ultrapassados pelas regiões autónomas, estas devem ser sancionadas, porque esse incumprimento lesa o Estado e o Estado somos todos nós", acrescentou ainda o ministro.Apesar das garantias de Teixeira dos Santos, a oposição renovou as críticas ao novo diploma, com o deputado do PSD Mota Amaral a considerar que se trata de uma lei que vai dividir o Parlamento e o país.

REGIONAIS 2011: ENTRETER-SE COM A MADEIRA - DÍVIDA RTP

Num momento, em que muito se fala sobre a dívida da Madeira, e porque uma das atitudes inteligentes é analisar e fazer comparações, para tirar as devidas ilações : DÍVIDA RTP

Agora é preciso passar a pente fino e destrinçar se há ou não motivo para concluir se há ou não objectivos eleitorais por detrás desta campanha. Cabe a cada qual reflectir: 


Estado paga 225 milhões da dívida da RTP até 2012

Rebeca Venâncio
30/08/11 10:35

M

O Estado português vai pagar cerca de 225 milhões de euros da dívida da RTP, anunciou hoje Miguel Relvas no Parlamento.
"Parte da questão da dívida ficará resolvida com o pagamento de 225 milhões de euros da dívida. Um valor que pesará muito no Orçamento do Estado, onde aliás virão, com clareza e transparência, todas as contas relativas à RTP", declarou o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares.


Este investimento é feito depois de as Finanças Públicas já terem feito a aquisição do arquivo da empresa, por 150 milhões de euros, e resultou da negociação de empréstimos.


Segundo dados relativos às contas do primeiro semestre, a RTP tem actualmente um passivo bancário de 717 milhões de euros e os capitais próprios são negativos em cerca de 500 milhões de euros.


"RTPI e RTPN são a grande aposta"
O ministro dos Assuntos Parlamentares, com a tutela dos media, assumiu hoje que a RTP Internacional e a RTPN são "a grande aposta" do Executivo, para a concretização do serviço público de televisão.


À semelhança do que o Diário Económico já tinha noticiado, a RTP Internacional é a prioridade do Governo de Passos Coelho para "passar uma imagem real do país". A RTPN servirá, depois, como "base", permitindo a "produção de conteúdos" que alimentem o canal internacional.


"Vamos evoluir e deixar de ter um canal da saudade", adiantou ainda Relvas.
Miguel Relvas relevou ainda a intenção do Executivo em potenciar sinergias entre a agência Lusa e a RTP.


"Queremos uma gestão criteriosa da RTP e Lusa. É impensável que, por exemplo, só no distrito de Faro, a delegação da Lusa custe 170 mil euros em Faro e a da RTP custe mais de um milhão por ano", disse ainda o ministro.
http://economico.sapo.pt/noticias/estado-paga-225-milhoes-da-divida-da-rtp-ate-2012_125514.html

sexta-feira, setembro 16, 2011

REGIONAIS 2011: Duas faces e duas moedas

Aprofundaram-se os ataques; Os motivos são avulsos e a perseguição ao PSD da Madeira e a Alberto João Jardim tornaram-se, hoje, ainda mais escandalosos.
É bom recordar que, em Junho de 2011, já com a Troika em Portugal, e estando a decorrer o processo  para as eleições legislativas nacionais, porque será que não se aprofundou a dívida das empresas e organismos do Estado? Porque será que as mesmas instituições, que hoje se pronunciam, não o fizeram com a mesma clarividência?
Já agora, é curioso saber as orientações políticas dos titulares das instituições públicas que hoje proferem as declarações sobre a dívida? Afinal qual foi o partido nomeou o Presidente do instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal? Querem mais partidarização das instituições públicas?
Mais, se o PSD e Alberto João Jardim tivessem algo a esconder, porque razão pediram ajuda, logo após as eleições nacionais, sabendo de antemão que as eleições regionais estavam próximas?
Hoje falam todos numa só voz e estão empolgados nos objectivos que prosseguem em relação à Madeira! Não poupo um que seja. É clarividente o posicionamento de forças e de individualidades, em especial aquelas com altas responsabilidades, e de todos os quadrantes.

quinta-feira, setembro 15, 2011

REGIONAIS 2011 I - Arco Anti-Autonomista, uma força perto da falência!


Nunca como agora o arco anti-madeira e anti-autonomia estiveram tão unidos e consonantes no objectivo: derrubar Alberto João Jardim.

Ora vejamos os figurantes:
Partidos de oposição regional;
Comentadores e analistas políticos;
Empresários da Madeira Velha;
Classe política nacional adversa a Alberto João Jardim, de todos os quadrantes políticos;
Comunicação Social;
Alguns europeístas que não souberam potenciar os fundos e apoios europeus.

Nada que não deixasse de ser previsível, mas os enredos e os fins, que dizem pretender obter, são duvidosos. Em causa está uma “pedra no sapato” que, a todo o custo, pretendem eliminar do panorama regional e nacional.
Posto isto, a palavra pertencerá a um povo e aos eleitores madeirenses que sempre souberam dar a melhor resposta aos sucessivos ataques e vontades para derrubar uma liderança e um partido. Sabiamente a resposta é já no dia 9 e o “day-after” será o mais doloroso dos arquitectos deste ataque, porque mesmo com os planos mais rascas e baixos, os trunfos “sujos e incoerentes” não triunfarão e, pior do que isso, estarão esgotados.  

quarta-feira, setembro 14, 2011

REGIONAIS 2011

Estando a menos de um mês das Eleições Regionais na Madeira, que acontecem no próximo dia 9 de Outubro, abrirei a rubrica REGIONAIS 2011 no blog “Pintado às Cores”, em que tecerei considerandos e pontos de vista do desenrolar da campanha eleitoral.

Esta campanha eleitoral é uma campanha de artifícios, e que, muito por via de ausências de ideias dos partidos minoritários, criam-se episódios que têm como único objectivo “baralhar” a população. Estas são eleições dignas de uma análise política profunda e que reflectem um ataque feroz, de contradições e de incoerências ao PSD, em bloco, do arco anti-madeira e simultaneamente do arco anti-autonómico ao PSD.