segunda-feira, maio 29, 2006

Dr. Alberto João Jardim Consolida e Consolida-se


O PSD/M assistiu a mais um congresso, um congresso marcado pela energia de um homem, a energia de um partido que depois de 30 anos continua com fulgor e cheio de novas ideias.

Um partido participativo e imenso, com qualidade de ideias para a Madeira do presente e o futuro.

Um partido unido em torno de um líder incontestável e com vontade de enfrentar e vencer todos os desafios como se fosse o primeiro desafio. Vai enfrentar como quem não tivesse 39 vitórias...

Uma JSD respeitada e capaz de contruir o presente e agarrar o futuro.

Um partido de governo coeso e um parlamento maioritário no Parlamento Regional. Um partido consciente das dificuldades que o futuro lhe reserva, quer em vencer as eleições de 2008, bem como de continuar a corresponder às expectativas dos eleitores madeirenses!

Temos homem e temos partido... esta estrutura enche de orgulho os que dela militam..

XI CONGRESSO DO PSD/MADEIRA- Descentralização Cultural e Empreendorismo Social



Após 30 anos de vitórias e de lutas que ainda continuam vivas quis hoje também dar o meu contributo pois na JSD entendemos que é desde já que construímos o presente e preparamos o nosso futuro. Neste congresso quero abordar duas questão que no meu ponto de vista são e devem continuar a ser pilares de orientação para a política na Região Autónoma da Madeira, nomeadamente a Descentralização Cultural e Empreendedorismo social.


A Descentralização Cultural


Tem sido uma aposta da Madeira pois a Cultura só faz sentido se chegar a todos os madeirenses. Apesar de vivermos num mundo global existem ainda assimetrias e barreiras à informação e ao acesso cultural. A crescente preocupação neste sector tem sido cada vez mais acentuado quer por entidades públicas, privadas e associativas. No entanto urge reforçar o apoio de entidades provadas à causa cultural e evitarmos a subsidiodependência governamental.

Sendo a Madeira um território insular, e querendo enfrentar o turismo na Madeira como uma questão primordial e acima de tudo económica temos de apostar na diferenciação e nos nossos traços culturais.
No mundo global, há ainda lugar para a diferença. E é nesta diferença que nós queremos diferenciar, nas particularidades culturais, na valorização e preservação da nossa identidade.

A cultura popular madeirense deve assim ser promovida e incutida junto dos mais novos, nas escolas incluído nos programas curriculares a aprendizagem da nossa Literatura Oral e Tradicional e da música tradicional madeirense. Temos de fazer perdurar e viver o conhecimento dos mais idosos e evitarmos a tragédia da morte de bibliotecas e de acervos culturais.

Neste esforço de preservação e valorização cultural não posso pois deixar de fazer um reconhecimento público ao papel das Casas do Povo e de outras instituições de utilidade pública que tem tido uma importante missão no desenvolvimento de dinâmicas culturais e sociais através das suas iniciativas para a valorização cultural madeirense.

A simbiose entre o governo e as associações e instituições públicas, tem sido exemplar e tem contribuído para que em qualquer parte da nossa região possamos hoje, em condições físicas de excelência, assistir a concertos de qualidade, desenvolver os grupos culturais de promover exposições, promover seminários, semanas culturais, recolher as nossas tradições e fomentar a formação pessoal e profissional.


Apesar esforço destas instituições, dos seus dirigentes e voluntários que amam e que trabalham incansavelmente para um fim comum a nossa oposição tem criticado, tem caluniado e disparatado contra estas instituições e os seus dirigentes.
Faz-lhes confusão haver pessoas com vontade de trabalhar de uma forma voluntária na sua comunidade local.
Faz-lhes confusão o povo ter acesso a espectáculos, exposições e formação;
Faz-lhes confusão haver forças vivas nas diferentes localidades.
Esses senhores sentem-se incomodados com a entrega e com a dinâmica destas instituições e dos seus dirigentes;
Gozam, menosprezam, brincam com o voluntariado e entrega destes dirigentes;

O que a nossa oposição quer é que se regrida no tempo que se volte ao tempo da ignorância, do rural “ruralizado”, da miséria, do tempo do elitismo cultural.

Muitas são as instituições e pessoas que dedicam as suas prioridades a uma missão de causa pública e ao desenvolvimento cultural. Estamos certos que nós não podemos deixar cair por terra projectos que vão ao encontro das populações.
Vamos continuar a desejar o desenvolvimento integral da nossa sociedade, colocando em pé de igualdade o equipamento social o social e a cultura.

Esta paixão de ajudar de preservar e de valorizar a nossa terra, a nossa região e as nossas particularidades culturais deve ser uma bandeira, uma bandeira da diferença e acima de tudo de oferta turística, apostando no turismo cultural.

Uma proposta da JSD que recentemente viu ser aprovada pelo Governo foi o Concelho da Cultura uma medida que é um claro exemplo de descentralização e criação de novos pólos de dinamização cultural.

Queremos mais desenvolvimento, mas queremos também consolidar a nossa cultura junto da nossa população, dos visitantes e acima de tudo das gerações vindouras. Estamos certos que o Dr. Alberto João e a sua equipa terão a habilidade como sempre tiveram a olhar a Madeira como um todo e preocupando-se com todos os madeirenses.

Empreendedorismo Social
Por outro lado o Empreendedorismo social é um conceito que associa a paixão por uma missão social a uma política de rigor, inovação e conhecimento.
Deverá se flexibilizar os mecanismos de apoio a pessoas carenciadas, dotando a esses indivíduos competências pessoais e profissionais, tornando-se produtivos e que possam “subir um degrau” na sua vida. Refiro-me às empresas de inserção social que se enquadram no conceito de economia solidária.
Com o Empreendedorismo social valoriza-se os indivíduos e retiramos os mesmos da subsidiodependência.


Como diz uma frase célebre de Henry Peter:
"A educação faz um povo fácil de ser liderado, mas difícil de ser dirigido; fácil de ser governado, mas impossível de ser escravizado"


Esta é a mensagem que deixo à nossa estrutura em prol do desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira e trunfo das vitórias do PPD/PSD.

2006/05/27

domingo, maio 21, 2006

Fernando Santos no Benfica




Como adepto do Benfica dou o benefício da dúvida ao técnico apresentado ontem pelas 20h. o Engº Fernando Santos tem já algum trajecto de glória, mas penso que na alma benfiquista ficou um pouco aquém. Resta-nos aguardar que surpreenda.

EUROVISÃO 2006


Ainda estou em estado de choque...
Ontem realizou-se mais uma edição da Eurovisão da Canção, com um leque de países e concorrentes com muita qualidade musical. Ganhou a Finlândia com a Música "Hard Rock Hallelujah", uma música "pesada" e no qual os intérpretes estavam mascarados de monstros... e ganhou.


Fico a reflectir sobre esta vitória sobre o esforço de muitos países em se aprimorar nas músicas, nas roupas, nas coreografias e depois acaba por ganhar um grupo deste tipo... na minha opinião caiu-se no ridículo.

sexta-feira, maio 19, 2006

XXIX CONGRESSO DO PSD



Hoje inicia-se o Congresso do PSD, um congresso de renovação de votos no presidente Luís Marques Mendes.

Muitas foram as vozes adversas ao líder, mas cá para nós interessa dizer, que ninguém está interessado em viver num momento político pouco aliciante, ou seja, com uma maioria sólida e sem eleições por perto.

Que este congresso possa se perfilar numa renovação de ideias e de uma nova energia para conseguirmos enfrentar os verdadeiros problemas do país, tornando-nos uma oposição com bandeiras e com vontade de tomar em sua conta um país sem rumo e refém da crise e dos impostos...

Estar na Política....

Ser "animal Politiko" exige uma grande capacidade de ultrapassar muitas contrariedades e vencer muitos desafios...

Não basta querer, basta ter e acima de tudo estar no momento certo na hora certa, com a pessoa certa...